O SINTHOREMS (Sindicato dos Trabalhadores em Hotéis, Bares, Restaurantes e Similares de Campo Grande – MS) defende a bandeira dos jogos recreativos/azar no Brasil por diversos motivos.A entidade tem o pleno entendimento de que com a devida regulamentação das casas de Bingos e Cassinos no país, a geração direta e indireta de empregos iria ultrapassar os 300 mil postos de trabalho, a arrecadação do país em impostos giraria em torno de 10 bilhões de Reais por ano, e o Turismo seria amplamente incrementado.A devida regulamentação contribuiria diretamente para a visitação de turistas estrangeiros que viajam com o propósito de usufruir dos jogos, e turistas nacionais que evitariam deixar o país para freqüentar cassinos e bingos estrangeiros.O SINTHOREMS acredita na moralização dos jogos, e promete todo o empenho possível para torná-la uma realidade. Bingos e Cassinos: REGULARIZAÇÃO JÁ!José Antonio Prazeres - Diretor Financeiro - Sinthorems. (Fonte: Site da Força Sindical)
Fonte> BNL
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Las Vegas e Rio de Janeiro sediam eventos de jogos 30/09/2011
Las Vegas e Rio de Janeiro serão sede na próxima semana de dois eventos voltados para a indústria do jogo, loteria e entretenimento.
Rio de Janeiro
Será realizado de 3 a 6 de outubro, o ‘XIII Congresso CIBELAE - Loterias de Estado: Construindo o Futuro’, no Windsor Atlântica Hotel, em Copacabana, no Rio de Janeiro. O Congresso é organizado pela Corporación Iberoamericana de Loterias y Apuestas de Estado – CIBELAE e pelas Loterias CAIXA.
Las Vegas
A 11ª edição da G2E 2011 de Las Vegas, que será realizada de 4 a 6 de outubro, este no será no The Sands Expo & Convention Center, diferente dos anos anteriores, quando era realizada no Centro de Convenções de Las Vegas. A vantagem da mudança é que todos os expositores estarão no mesmo espaço, sendo que no primeiro andar do The Sands será destinado as conferências e o segundo para a exposição.
Fonte: BNL
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Leitores do 'Estadão' defendem a legalização dos jogos 29/09/2011
O Fórum dos Leitores do jornal O Estado de S.Paulo veicula nesta quinta-feira, três cartas de leitores que defendem legalização dos jogos no Brasil. Confira:
Regulamentação dos Bingos
Sou favorável à regulação dos bingos, pois a fome não espera e muito menos as contas. Sabemos que o bingo corre na clandestinidade e as pessoas que têm condição vão jogar em outros países. O que nos desfavorece no turismo: o pessoal ganha seu dinheiro aqui e gasta fora. Meu pensamento é que: uma pessoa que até aos 18 anos de idade não tem responsabilidade, nunca terá. Joga quem quer, e com juízo. Tenho amigos ex-funcionários de bingos que estão na expectativa da regulamentação, pois eles querem trabalhar com dignidade e têm muita necessidade. Sou favorável à regulamentação desde que haja controle total e absoluto, cumpram-se as leis como nós, brasileiros, cumprimos nossas responsabilidades. Botem a mão em vossa consciência, pelo trabalhador e pelas pessoas que estão morrendo por falta de atendimento médico, já que, com o dinheiro arrecado pela regulamentação dos bingos, o setor seria ajudado. Não aguentamos mais ouvir falar em mais impostos. Bevenida Tiscal Dinardi bevenidadinardi@uol.com.br, São Paulo (Fórum dos Leitores - O Estado de S.Paulo)
Legalização dos Jogos
Com a saúde pública despencando desmoralizada nos hospitais de todos os níveis da administração pública do País, despreza-se uma fonte de recursos provenientes da legalização dos jogos, argumentando-se hipocritamente que o "jogo é proibido". Proibido é morrer nas filas dos hospitais por falta de atendimento em virtude da escassez de investimentos, os quais podem ser obtidos pela taxação oriunda dos impostos advindos de uma inteligente e futura legalização dos cassinos, bingos e vídeos-bingos, que atualmente vivem na clandestinidade sem recolher um mísero real de impostos. A quem interesse esse estado de coisa? Carlos Mouta jcarlosvmouta@gmail.com - Rio de Janeiro (Fórum dos Leitores - O Estado de S.Paulo)
Jogo e saúde
A legalização do jogo no Brasil deve ser contemplada com urgência e maturidade. A urgência é devida a milhares de apostadores que todos os dias apostam sem o amparo e a proteção do governo, o jogo no Brasil é hoje explorado clandestinamente, deixando milhões de reais nas mãos dos empreendedores todo mês e sem ter de pagar imposto que poderiam muito bem ser destinados á saúde que esta na "UTI" a legalização tiraria o jogo do controle dos empreendedores anônimos e contraventores que não recolhem imposto, e levaria para o controle do governo. Tratar esse tema com maturidade é deixar de lado a hipocrisia, taxar devidamente essa atividade, criar mecanismo de controle e alem de amparar e proteger o cidadão que aposta, socorrer a saúde com imposto gerado pela atividade, lembrando que isso não seria a solução pra saúde, mas sim uma ótima e viável opção para ajudar a custear até que se crie outras fontes que juntas financiem a saúde no Brasil. O povo agradece! Josue Araujo Ribeiro josue_ribeiro_007@hotmail.com - São Paulo (Fórum dos Leitores - O Estado de S.Paulo)
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Em entrevista a Folha e ao UOL Marco Maia comenta as fontes alternativas a Emenda 29 28/09/2011
O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), participou do programa "Poder e Política - Entrevista" conduzido pelo jornalista Fernando Rodrigues no estúdio do Grupo Folha em Brasília, gravado na segunda-feira (26). Durante 30 minutos, Marco Maia respondeu sobre vários temas e ao ser perguntado se deveria ser criada uma nova fonte de recursos para a saúde, o parlamentar gaúcho disse que o assunto deve ser tratado “com muito carinho e com muita atenção nos próximos anos” e citou os bingos como fonte alternativa de financiamento.“E há opiniões mais radicais, como, por exemplo, a regulamentação dos bingos. Alguns chegam a dizer que os bingos regulamentados no Brasil poderiam gerar cerca de R$ 8 bilhões de reais em impostos que poderiam ser utilizados para a área da saúde. Não significa defender, eu estou aqui só levantando as possibilidades, as opiniões que circulam e que podem viabilizar novos recursos para a saúde”, comentou.
Folha - UOL: Mas o sr. acha que deve ser criada uma nova fonte de recursos para a saúde?
Marco Maia: A saúde precisa de mais recurso. É uma área sensível do nosso país que tem extremas dificuldades e que nós temos que tratar com muito carinho e com muita atenção nos próximos anos. Para mim são ações em duas direções: a primeira direção é a direção da gestão. Nós precisamos dar uma gestão a mais qualificada e transparente possível para a área da saúde, para fazer com que os recursos que chegam neste momento à saúde sejam bem utilizados, sejam bem trabalhados. Segundo, nós precisamos caminhar na direção de viabilizar novos recursos na área da saúde. Não necessariamente significa a criação de um novo imposto. Nós podemos trabalhar dentro daquilo que nós já temos de impostos no Brasil, quais impostos que podem ser melhor distribuídos viabilizando com isso recursos para a área da saúde. Nós temos por exemplo o tema das bebidas, cigarros e outros que está se discutindo. Talvez não precise aumentar o imposto, mas nós precisamos distribuir, dar uma destinação mais equânime a ele fazendo com que parte desse recurso vá para a área da saúde. Nós temos, por exemplo, a discussão sobre os royalties do petróleo que agora nós começamos a fazer. Dali nós podemos tirar uma parcela significativa de recursos e destiná-la para a área da saúde. E há opiniões mais radicais, como, por exemplo, a regulamentação dos bingos. Alguns chegam a dizer que os bingos regulamentados no Brasil poderiam gerar cerca de R$ 8 bilhões de reais em impostos que poderiam ser utilizados para a área da saúde. Não significa defender, eu estou aqui só levantando as possibilidades, as opiniões que circulam e que podem viabilizar novos recursos para a saúde.
Fontes: BNL e UOL
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Emenda 29: Legalização dos jogos como alternativa 27/09/2011
Entre as propostas apresentadas até o momento para financiamento da Emenda 29, a legalização dos jogos começa a ganhar musculatura.
A reação da mídia, sociedade e políticos pela a criação de um novo imposto foi grande. A tentativa de retomada da pauta pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, foi novamente rechaçada por parlamentares ao ponto do presidente da Câmara, Marco Maia, reafirmar que não vê possibilidade de a Câmara e o Senado aprovarem a criação de um novo tributo para financiar a saúde pública. Segundo a coluna Painel da Folha SP, a defesa pública da ministra Ideli de um novo imposto para financiar a saúde não agradou o Planalto.
Comissão especial
Em entrevista ao jornal da Câmara dos Deputados, Marco Maia voltou a destacar a criação de uma comissão especial para debater e propor novas fontes de financiamento da saúde com exemplo citou a distribuição dos royalties do petróleo, a redistribuição de recursos das loterias, a legalização dos bingos e a arrecadação com tributos sobre cigarros e bebidas.
Perondi defende o bingo
Em nota veiculada pela coluna política Brasília-DF do Correio Braziliense, o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), comenta que a discussão envolvendo os royalties do pré-sal não resolveria o problema de imediato. O deputado avalia que esse dinheiro só entraria para valer daqui 10 anos. Perondi defende que devido a urgência por mais recursos a boa alternativa seria o governo voltar a aceitar a discussão em torno da liberação do bingo no Brasil.
Fonte: BNL
Pelo segundo dia, O Globo veicula cartas favoráveis a legalização dos jogos 27/09/2011
Surpreendentemente, O Globo veiculou nesta terça-feira(27) mais duas cartas favoráveis a legalização dos jogos no país na editoria “Dos Leitores”. Os leitores Carlos Mouta e Fatima Cremona defendem que os recursos dos jogos clandestinos sejam usados para financiar a saúde.
Legalizar o jogo
"Com a Saúde Pública desmoralizada nos hospitais de todos os níveis da administração pública do país, despreza-se uma fonte de recursos provenientes da legalização dos jogos, argumentando-se hipocritamente que o jogo é proibido. Proibido é morrer nas filas dos hospitais, por falta de atendimento em virtude da escassez de investimentos, os quais podem ser obtidos pela taxação oriunda dos impostos advindos de uma inteligente e futura legalização de cassinos e bingos, que vivem na clandestinidade, sem recolher um mísero real de imposto. A quem interesse esse estado de coisa?" Carlos Mouta, Rio
"Senhores governantes, vamos reabrir os bingos. Vamos acabar com a hipocrisia, pois já perdemos a conta de quantos jogos existem por aí, sem esquecer que na Copa e nas Olimpíadas eles poderiam atrair turistas estrangeiros." Fatima Cremona, Rio.
Fonte: BNL
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Em apoio a causa e por sugestão da BNL
Para quem deseja ajudar...
Neste momento estamos trabalhando para que os jogos de azar sejam a fonte escolhida para patrocinar a Emenda 29.
Neste momento estamos focando a 'Batalha da Comunicação' nos principais jornais do país formadores de opinião e com repercussão no Congresso Nacional: ‘O Globo’, ‘Folha de São Paulo’, ‘Estadão’ e Correio Braziliense.
Vamos concentrar as ações afirmativas com manifestações junto a estes jornais para mostrar a indignação dos ex-empregados, ex-empresários e simpatizantes contra a linha editorial destas mídias. Vale enviar opiniões e manifestações favoráveis a legalização para: O Globo (cartas@oglobo.com.br), Folha de São Paulo (leitor@uol.com.br), O Estado de São Paulo (forum@grupoestado.com.br) e Correio Braziliense (sredat@correioweb.com.br e sredat.df@dabr.com.br). Para que as cartas sejam publicadas devemos seguir as regras dos jornais com identificação completa: nome, sobrenome, endereço, telefone e RG. Além disso, é importante que os textos sejam concisos para evitar edição e que se evite a palavra ‘bingo’.
Fonte: BNL
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Fontes de financiamento da Emenda 29... 23/09/2011
O jornal MS Notícias do Mato Grosso do Sul informa que o deputado federal Vander Loubet (PT-MS), apesar de integrar a base governista votou contrário ao novo imposto, a Câmara ouviu o apelo da sociedade. “Os contribuintes não aguentam mais taxas e impostos. Se a saúde precisa de mais recursos, acredito que temos que estudar formas de fazer isso sem penalizar o bolso do população”, destaca Vander.
Outras fontes
Ainda segundo a reportagem, sociedade e parlamentares defendem fontes alternativas para garantir mais recursos para a saúde. Uma das idéias está sendo formulada em conjunto pelo deputado estadual George Takimoto (PSL) e pelo deputado Vander: propor a adoção de um sistema que assegure à saúde uma parcela dos recursos obtidos pelas loterias da Caixa Econômica Federal (CEF) ou entrar com um projeto de lei na Câmara criando um novo concurso com igual objetivo. “Uma loteria da saúde é totalmente viável e seria de grande importância para os orçamentos públicos, que são insuficientes para cobrir as diversas demandas de atendimento à população”, afirma o petista.
Legalização de alguns jogos
Também há propostas, como forma de financiamento para a saúde, de utilização de recursos de royalties do pré-sal, aumento da alíquota do seguro obrigatório de danos pessoais por veículos automotores de via terrestre (DPVAT) ou ainda taxações extras para bebidas e cigarros. Para custear a saúde, parte dos deputados admite até a legalização de alguns jogos no Brasil visando destinar para a saúde a receita com as taxações sobre bingos e outros jogos.
Fonte: BNL
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