quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Bingos e Cassinos Legalizados no Brasil para engordar o caixa do governo.

Para engordar o caixa, Dilma cogita legalizar bingos, cassinos e caça-níqueis
Presidente sondou líderes da bancada governista sobre a proposta
A presidente Dilma Rousseff (PT) cogita legalizar os jogos de azar como forma de ampliar a arrecadação do governo com impostos que incidiriam sobre a atividade. Na quinta-feira (17), durante reunião da qual participaram ministros, ela consultou líderes dos partidos aliados no Congresso sobre a proposta.

O funcionamento de casas de bingos e caça-níqueis está proibido no Brasil desde 2004. Já os cassinos foram extintos em 1946.

Um dos parlamentares que participou da reunião,Maurício Quintella Lessa, líder da bancada do PR, disse que a presidente apenas consultou a “receptividade da proposta”, mas destacou que a maioria dos líderes se posicionou a favor da iniciativa de regulamentação. O próprio deputado é autor de um projeto que tramita na Câmara e que prevê a legalização dos jogos, mediante autorização dos estados.

O assunto também tem sido tratado no Senado, onde correm outras propostas. A costura política deve ser feita pelo ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, e pelo assessor especial da Presidência, Giles Azevedo. A oposição ainda quer mais detalhes sobre as propostas antes de definir se apoia a liberação dos jogos. “Precisamos ver o que o governo vai propor e avaliar qual vai ser o impacto disso”, resumiu o senador Alvaro Dias, líder do PSDB.

Antes de proibir os bingos, o então presidente Lula também cogitou liberar os jogos de azar, mas recuou depois do escândalo envolvendo o ex-assessor da Casa Civil Waldomiro Diniz, que foi flagrado cobrando propina do bicheiro Carlinhos Cachoeira. À época, a Associação Brasileira dos Bingos (Abrabin) estimava que havia 1,5 mil casas do jogo no país. Na ocasião, a expectativa era de que, caso a atividade fosse regulamentada, o setor teria um faturamento bruto de R$ 27 bilhões por ano.
Controle

Antes mesmos da definição do modelo de regulamentação a ser proposto pelo governo, o tema já rende polêmica. Para especialistas, é imprescindível que a iniciativa preveja mecanismos rígidos de controle. “No mundo todo, os jogos de azar são usados para lavar dinheiro do tráfico, do roubo, além de fomentar a corrupção e outras atividades ilegais”, diz Luiz Fernando Delazari, ex-secretário de Segurança Pública do Paraná. “Precisa se ver o modelo que se pretende adotar. Mas vejo isso com preocupação, até considerando o momento em que todos estamos lutando contra a corrupção.”

O sociólogo Michel Misse, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e especialista no tema, avalia que a clandestinidade nunca evitou que cassinos e o jogo do bicho operassem no Brasil. Por causa disso, ele defende a regulamentação. “Desde que haja um grande controle estatal, que a lei seja clara quanto à movimentação financeira, eu não vejo problema algum. O que abre precedente para a corrupção é ilegalidade e a tolerância para com algumas atividades, como é o caso dos jogos de azar.”
fonte: Gazeta do povo

Indefinição da relatoria adia instalação da Comissão Especial

O adiamento da reunião de instalação da Comissão Especial do ‘Marco Regulatório dos Jogos no Brasil’, que seria realizada nesta terça-feira na Câmara dos Deputados foi provocada pela indefinição da escolha do relator.

Se anteriormente era difícil conseguir um parlamentar para relatar um projeto de legalização do jogo, agora a relatoria está sendo disputada por pelo menos três parlamentares.
fonte: BNL

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Comissão Especial do Marco Regulatório do Jogo será instalada na terça-feira dia 29/9/2015

O deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) recebeu a diretoria do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL para informar que a Comissão Especial do Marco Regulatório dos Jogos no Brasil será instalada na próxima terça-feira (29), às 14h, no Plenário 12 do Anexo II da Câmara dos Deputados.

O Ato de instalação, que foi assinado pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha na quarta-feira (23) designa para compor a Comissão os 27 membros indicados pelos líderes partidários. Além disso, convoca os membros para a reunião de instalação e eleição do presidente e relator. O projeto que encabeça o ‘Marco Regulatório dos Jogos no Brasil’ é o PL 442/1991 (mais antigo), de autoria do deputado Renato Viana e apensados.

Apoio do deputado Nelson Marquezelli

O deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP) foi o autor do requerimento a Mesa Diretora da Câmara dos Deputados solicitando a criação da Comissão Especial destinada a criar o ‘Marco Regulatório dos Jogos no Brasil’. O parlamentar, que tem sido um grande aliado neste processo, assumiu a condução e cobrou dos líderes partidários as indicações para compor a Comissão Especial, além da sua rápida instalação. Nesta quinta-feira, o deputado assumiu publicamente que esta será a sua próxima luta.

“Mais uma luta que assumo: a regulamentação dos jogos no Brasil. Aguardem!!!”, comentou o deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP).
fonte: BNL

Discurso do senador Benedito de Lira deve ser assistido 25/9/2015

Tive a oportunidade de assistir aos 26 minutos do pronunciamento do senador Benedito de Lira, com apartes do senador Ciro Nogueira, realizado na tarde desta quarta-feira (23), em que o parlamentar defende a regulamentação dos jogos no Brasil para aumentar a arrecadação do governo federal.

Em diversas oportunidades, os estudos do Instituto Brasileiro Jogo Legal – IJL foram citados para justificar a necessidade de debater o tema no Congresso nacional. O BNL recomenda aos leitores que assistam e compartilhem o vídeo no Youtube
fonte: BNL

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Legalização dos jogos pode render R$ 18 bi em impostos 22/9/2015

Há três anos circula no Congresso a proposta informal de defensores da legalização dos jogos como forma de reforçar o caixa da União, mas só agora, no desespero, o Governo começa a ceder – embora longe do consenso nas bancadas dos partidos.
Maior especialista no tema no Brasil, Magno José, presidente do Instituto Jogo Legal, diz que os políticos subestimam o poder de arrecadação na legalização de bingos, cassinos e até Jogo do Bicho.
“O potencial do mercado de jogo totalmente legalizado pode girar em torno de R$ 60 bilhões. Isso renderia até R$ 18 bilhões por ano à União”, diz Magno.
O especialista cita também o número de empregos formais que o mercado teria: 350 mil apenas no Jogo do Bicho. E 150 mil, por baixo, em bingos e cassinos.
A notícia da possibilidade da volta de bingos e cassinos começou a correr o mundo. Mas os players do setor desconfiam porque as tentativas anteriores foram ruins.
A turma dos jogos pode aportar no Brasil bilhões de reais, apenas nas construções de hotéis e cassinos, mas exige segurança jurídica e legislação similar a de seus países.
CENÁRIO MUNDIAL
Na América do Sul, apenas Brasil, Guiana, Guiana Francesa e Bolívia proíbem os jogos. No continente americano só não existe a legalização dos jogos nestes países e em Cuba.
Segundo dados do Instituto Jogo Legal, entre os 193 países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), 75,52% têm o jogo legalizado e regulamentado – o Brasil está entre os 24,48% que não legalizaram esta atividade.
Já entre os 156 países que compõem a Organização Mundial do Turismo, 71,16% têm o jogo legalizado, no entanto entre os 28,84% (45 países) que não legalizaram a atividade, 75% são islâmicos e tem a motivação na religião. Nem todas as nações islâmicas proíbem jogos, caso do Egito e Turquia, países de maioria islâmica, mas que permitem os jogos.
Entre os 34 países que formam a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento ou Econômico (OCDE), chamados de grupo dos países ricos ou desenvolvidos, apenas a Islândia não permite jogos em seu território.
Já na perspectiva do G20 – grupo de países que o Brasil pertence – 93% das nações têm os jogos legalizados, apenas 6,97% ou três países não permitem: Brasil, Arábia Saudita e Indonésia, estes dois últimos são nações islâmicas. (UOL Notícias/Blog Coluna Esplanada - Leandro Mazzini)
Fonte: BNL

Sites internacionais repercutem notícia sobre legalização do jogo no Brasil 24/9/2015

Os principais sites internacionais especializados em jogos repercutiram a notícia da que a presidente Dilma Rousseff estuda legalizar os jogos de azar para aumentar a arrecadação. Confira:
Tu Diario de Apuestas – ‘Se acerca el juego legal en Brasil’.
Fonte: BNL

Deputados federais do PT procuram Cunha em busca de cessar-fogo e para a legalização do jogo 24/9/2015

A coluna Informe do Dia, veiculada no jornal carioca O Dia e editada pelo jornalista Fernando Molica, informa nesta quarta-feira (23), que os deputados federais do PT-SP, José Mentor e Vicente Cândido estiveram nesta terça-feira com Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em busca de um cessar-fogo. A colegas de bancada, Cândido disse que a reunião foi uma tentativa de buscar pontos em comum.

No encontro, os petistas sondaram Cunha sobre a eventual legalização de cassinos e bingos, medida que o governo estuda adotar para aumentar a arrecadação. O peemedebista respondeu ser contra o projeto, mas que, mesmo assim, não atrapalhará sua tramitação.

Negociação

Na versão petista, a conversa incluiu reivindicação para Cunha evitar a votação de pautas que compliquem a agenda econômica do governo. Ouviram que o Planalto deveria fazer a sua parte, o que inclui mudança no núcleo do poder. O presidente da Câmara também teria reclamado do provável veto de Dilma Rousseff ao projeto que prevê doações de empresas a partidos.

Conversa modesta

O peemedebista, porém, disse ao Informe que a conversa foi apenas sobre projeto dos petistas que trata de cobrança de dívida ativa. Ele também negou a informação, que circulou entre oposicionistas, de que tivesse tido ontem encontro com Dilma.
Fonte: BNL

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Criação da Comissão Especial para legalização do jogo ainda repercute 04/06/2015

A grande mídia continua repercutindo a decisão da Câmara dos Deputados em criar uma Comissão Especial para debater a legalização dos jogos no Brasil.
Nesta quinta-feira (4), O Globo veiculou reportagem sob o título 'Vice-presidente da Câmara cria comissão para legalizar o jogo'.
Apesar de linha editorial contrária a legalização, o jornal carioca abordou o tema com isenção.
O autor da proposta da CE, deputado Nelson Marquezelli esclareceu que o debate vai além do jogo do bicho, já que serão debatidas oito propostas que legalizam cassinos, bingos, videobingos, apostas esportivas, entre outras.
"Quero aprovar tudo. Jogo do bicho, cassino, bingo. Todos os projetos que tratarem do assunto serão desarquivados", comentou Marquezelli na reportagem do O Globo.
A reportagem entrevista o deputado padre Luiz Couto (PT-PB), contrário ao jogo. O parlamentar acusa que a criação dessa comissão é o pagamento de uma promessa aos que apoiaram Cunha e seu grupo, como Maranhão, para o comando da Casa.
Mas o deputado não comenta os bingos promovidos pelas paróquias para arrecadação de fundos para os cofres das igrejas. Pela legislação vigente no país, estas paróquias estão comentendo uma contravenção penal.

O Globo: 'Vice-presidente da Câmara cria comissão para legalizar o jogo'
Apesar de inúmeras tentativas frustradas nas últimas décadas de se aprovar a legalização do jogo, a Câmara instalará nova comissão para discutir e votar o tema. Em sua rápida passagem de meia hora pela presidência da Câmara, o vice- presidente da Casa, Waldir Maranhão ( PP- MA), instituiu a comissão especial para votar a legalização do jogo do bicho, ressuscitando projeto de 1991, de Renato Vianna ( PMDB- SC), que estava arquivado. Quem reapresentou a proposta foi Nelson Marquezelli ( PTB- SP), antigo defensor da legalização dos jogos de azar.
O debate vai além do jogo do bicho. Com esse projeto, serão debatidas mais oito propostas que liberam cassinos, hotéis- cassino, bingos e outras modalidades de jogo. Leia a íntegra da reportagem do jornal O Globo. Confira também: 'Legalização do jogo: saiba quais são os projetos anexados e seus autores'


Debate aberto sobre a legalização
Os defensores da regulamentação dos jogos no Brasil terão que enfrentar a 'Batalha da Comunicação'. Esta será uma etapa importante no processo, pois os grandes veículos de comunicação (alguns com linha editoria contrária a legalização) vão discutir abertamente o asunto.
O setor deverá estar preparado para enfrentar os velhos e surrados argumentos como lavagem de dinheiro, patologia, favorecimento ao crime organizado, falta de controle, entre outros. Mas os atores que elencam estes fatores omitem que já existem operações de jogo clandestinos no país e que movimentam grandes volumes de recursos, sem nenhuma contrapartida para Estado e sociedade. Definitivamente só existem duas opções: jogo legal ou ilegal. A opção não jogo é impossível.

Governo perde R$ 20 bilhões em tributos
É muito importante que todos saibam que o jogo clandestino movimenta atualmente cerca de R$ 20 bilhões anualmente. O potencial do mercado, com todas as modalidades legalizadas, seria de R$ 50 bilhões, que poderiam render aos cofres públicos cerca de R$ 20 bilhões anuais aos combalidos cofres do governo federal apenas em tributos, sem falar em toda a cadeia produtiva do jogo.
Fica a dica!
fonte: BNL

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