Você vai conhecer a vida de luxo do bicheiro Carlinhos Cachoeira, e da mulher dele, Andressa. Carros super velozes, joias, apartamentos que mais parecem mansões. A reportagem é de Vladimir Netto, Wálter Nunes e Vianey Bentes.
Carros de luxo, iguais aos de artistas de Hollywood. Segundo relatórios da Polícia Federal, a quadrilha de Cachoeira comprou carros, apartamentos, fazendas, e mais de três mil cabeças de gado. O patrimônio estimado é de, no mínimo, R$ 167 milhões.
De acordo com as investigações, tudo isso é resultado do esquema criminoso que começou há cerca de 20 anos, e que ajudou a proporcionar uma vida de luxo ao chefe do grupo, que gostava de dar presentes para a mulher, como revelam escutas telefônicas:
Cachoeira: “Trouxe o anel”.
Andressa Mendonça: “O diamante é grande?”
Cachoeira: “É, estou levando para você ver”.
Ao Fantástico, Andressa Mendonça disse: “Meu marido não é bicheiro. O Carlos que eu conheço é empresário”.
Mas nesta reportagem, você vai ver que Andressa Mendonça, 30 anos, sabia das atividades ilegais do marido, de 49 anos.
“É bicheiro mesmo. E daí?”, questiona Andressa.
A investigação sobre os negócios de Carlinhos Cachoeira se concentra agora em descobrir todos os bens da quadrilha e impedir que sejam vendidos. Há indícios, por exemplo, de que ele negociava imóveis nos Estados Unidos.
Como Cachoeira também é dono de negócios legalizados, a Polícia Federal e o Ministério Público buscam, no meio da fortuna, o dinheiro que veio do crime. Cerca de 300 bens suspeitos foram identificados. Parte já foi bloqueada pela Justiça, e só pode ser vendida se ficar comprovado que não tem origem criminosa.
“São bens que vêm de dinheiro ilícito. Vinha precisamente dos jogos ilícitos e das fraudes em licitações. Há provas contundentes neste sentido”, afirma o deputado federal Odair Cunha, relator da CPI do Cachoeira.
Até o momento, Cachoeira apareceu nas investigações da Polícia Federal como dono de apenas um terreno. O imóvel fica em Goiânia e está avaliado em R$ 1,5 milhão. Os outros bens foram identificados em nome de auxiliares e parentes, como um avião bimotor que já pertenceu a Andréa Aprígio, a ex-mulher de Cachoeira.
Em um telefonema para outro suspeito de integrar a quadrilha, fica claro que Cachoeira tinha livre acesso a um cessna 310. “Libera o 310 para olhar eu fazenda eu tenho ali no Araguaia”, pede Cachoeira.
A polícia encontrou 36 fazendas e chácaras em nome de pessoas ligadas a Cachoeira. E a lista tem mais: 74 terrenos, 58 apartamentos e 13 casas. São R$ 148 milhões só em imóveis.
Um dos apartamentos fica em dos mais sofisticados prédios de Goiânia. São cerca de mil metros quadrados, com cinco suítes e piscina particular. Foi avaliado pela Polícia Federal em R$ 5 milhões de reais e está em nome da ex-mulher, Andréa Aprígio.
Quando foi preso, em fevereiro deste ano, Cachoeira morava com a atual mulher, Andressa, em uma mansão, também em Goiânia. Andressa encomendou um projeto de reforma e decoração para a casa, que teria até uma cachoeira na piscina. Este imóvel não está na lista de bens bloqueados. A polícia ainda investiga quem é o verdadeiro dono.
A Polícia Federal suspeita que também foram comprados - com dinheiro da quadrilha - 87 veículos, entre motos, caminhões e carros - dos populares aos mais sofisticados. De acordo com a investigação, juntos, valem R$ 4, 357 milhões. Parte foi apreendida e filmada.
Na lista dos carros, estão quatro porsches. Para mostrar como são luxuosos, filmamos modelos iguais aos identificados pela Polícia Federal. O mais valioso é um porsche panamera. O preço, no Brasil, de um zero quilômetro, pode passar de R$ 1 milhão. Gente famosa já comprou esse modelo, como os atores Jim Carrey e Arnold Schwarzenegger. De acordo com as investigações, escutas telefônicas - de julho do ano passado - mostram Carlinhos Cachoeira falando sobre um outro porsche, modelo cayenne.
Um porsche cayenne zero quilômetro custa até R$ 680 mil no Brasil. O carro vai de zero a 100 quilômetros por hora em apenas cinco segundos; e o piloto automático é capaz de frear sozinho, se o carro estiver em rota de colisão.
Segundo as investigações, também em julho do ano passado, Cachoeira aparece em gravações telefônicas negociando um carro - de outra marca - para a mulher, Andressa. Hoje, um modelo novo vale cerca de R$ 120 mil.
Andressa tem um outro carro, também apreendido e suspeito - segundo as investigações - de ter sido comprado com dinheiro da quadrilha.
Em um conversa em julho do ano passado, entre Andressa e o marido, ela deixa claro que sabia que Cachoeira era bicheiro.
Andressa: “Eu quero casar, eu quero ser esposa porque eu não sou amante. Eu sou a dona da casa.”
Cachoeira: “Você sabe que não vai mudar quase nada. De amante, você é mulher de bicheiro”.
Andressa: “É, mas eu sou a mulher dele. Então, eu não sou amante, entendeu? É bicheiro mesmo, e daí? Quem tem alguma coisa ver com isso?”
Em uma entrevista ao Fantástico, em julho deste ano, Andressa falou outra coisa: “Meu marido não é bicheiro. O Carlos que eu conheço é empresário, faz consultoria para empresas”.
Andressa - que inaugurou uma loja de lingerie, em Goiânia, em junho do ano passado - foi indiciada por corrupção ativa. A suspeita: exigir do juiz do caso Cachoeira a soltura do marido em troca da não-divulgação de um suposto dossiê contra o magistrado.
O Fantástico ouviu a defesa de todas as pessoas citadas nesta reportagem. Por telefone, Andrea Aprígio negou irregularidades nos bens que estão no nome dela. Disse que é engenheira, que sempre trabalhou e que o patrimônio recebido quando se separou de Cachoeira, em 2004, está dentro da lei.
O advogado de Andressa, Ney Moura Teles, disse que ela não ofereceu qualquer tipo de vantagem indevida ao juiz do caso e que não vai se manifestar sobre as escutas telefônicas obtidas pela Polícia Federal por considerá-las ilegais.
Em nota, Nabor Bulhões, o advogado de Carlinhos Cachoeira, também classificou essas gravações como "ilícitas, imprestáveis e inidôneas para qualquer fim de direito". A defesa disse ainda que os bens foram adquiridos de forma legal, com dinheiro do laboratório de medicamentos da família e da exploração da loteria de Goiás, que era legalizada até 2007.
Mas o que pode acontecer com a fortuna do grupo? O relator da CPI do Cachoeira, deputado federal Odair Cunha, acha que o confisco dos bens é um caminho pra desmontar a quadrilha. “Nós queremos que os bens da organização criminosa sejam devolvidos ao Estado”, disse ele.
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Jogo de azar: eleições comprovam que é possível fiscalizar - 08/10/2012
A tecnologia empregada nas eleições municipais derruba por terra a tese dos lobistas que pretendem manter o jogo na ilegalidade, que não é possível controlar e fiscalizar os jogos de azar, especificamente os bingos e os videobingos.
No balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE sobre as eleições municipais informa que apenas 1.266 urnas eletrônicas foram substituídas por apresentarem algum tipo de problema. O número equivale a 0,3% das 501.923 urnas distribuídas pelas 431.185 sessões de votação. Além disso, o resultado foi divulgado em apenas 6 horas.
Ou seja, com toda tecnologia disponível, chega a ser risível o argumento que estas atividades são propícias a lavagem de dinheiro.
No balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral - TSE sobre as eleições municipais informa que apenas 1.266 urnas eletrônicas foram substituídas por apresentarem algum tipo de problema. O número equivale a 0,3% das 501.923 urnas distribuídas pelas 431.185 sessões de votação. Além disso, o resultado foi divulgado em apenas 6 horas.
Ou seja, com toda tecnologia disponível, chega a ser risível o argumento que estas atividades são propícias a lavagem de dinheiro.
Fonte: BNL
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Polícia Civil e Ministério Público fecham duas casas de bingo em Esteio - 03/10/2012
Agentes da delegacia de Polícia Civil de Esteio, juntamente com as delegacias de Sapucaia do sul, coordenados pelo delegado Leonel Baldasso em conjunto com a Força-Tarefa de combate aos jogos ilícitos do Ministério Público, cumpriram, nessa terça-feira (02/10), mandados de busca e apreensão em duas casas de bingo em Esteio.
Segundo o delegado Baldasso, os dois bingos, que foram fechados pela polícia, eram de grande porte e funcionavam no centro da cidade. Um deles, inclusive, já havia sido fechado pela quinta vez. Foram apreendidos mais de oitenta computadores programados para jogos, além de dinheiro e material para os jogos.
Também será instaurado inquérito policial para investigar a locação dos prédios onde os bingos funcionavam.
A ação realizada entre a Polícia Civil e o Ministério Público, contra a jogatina ilegal, foi decorrente de cooperação mútua e troca de informações entre estas instituições.
Fonte: DP de Esteio
Segundo o delegado Baldasso, os dois bingos, que foram fechados pela polícia, eram de grande porte e funcionavam no centro da cidade. Um deles, inclusive, já havia sido fechado pela quinta vez. Foram apreendidos mais de oitenta computadores programados para jogos, além de dinheiro e material para os jogos.
Também será instaurado inquérito policial para investigar a locação dos prédios onde os bingos funcionavam.
A ação realizada entre a Polícia Civil e o Ministério Público, contra a jogatina ilegal, foi decorrente de cooperação mútua e troca de informações entre estas instituições.
Fonte: DP de Esteio
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Homem ferido em tiroteio permanece internado - 02/10/2012
Vítima teria sido atingida pelo proprietário de um bingo clandestino em Santa Cruz
Um homem ficou ferido após um tiroteio no Centro de Santa Cruz do Sul na noite desta segunda-feira, 1º. Os policiais militares foram acionados depois que moradores ouviram disparos de arma de fogo nas proximidades do entroncamento entre a Rua Fernando Abott e a Rua Marechal Deodoro, próximo ao Hospital Santa Cruz (HSC).
Conforme informações preliminares da Brigada Militar, o proprietário de um bingo clandestino teria feito disparos contra a vítima, identificada como Eliseu Josué da Silva. Ele foi encaminhado para o Pronto-Atendimento do SUS, junto ao Hospital Santa Cruz. Na manhã desta terça-feira, 02, a assessoria do hospital informou que o estado de saúde dele é estável e apenas passará por exames. A previsão é que ainda hoje ele seja liberado.
Ao ir até o local investigar o caso de tentativa de homicídio, uma equipe da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) acabou realizando uma operação no bingo clandestino que teria ligação com o caso. Foram apreendidos mais de 30 computadores e cartelas de apostas. Os responsáveis foram identificados, mas não foram presos.
fonte: Gaz
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Cassino frequentado só pela elite é fechado no Batel - 01/10/2012
Uma casa que fica nos fundos do número 533, na rua Francisco Rocha, no bairro Batel, em Curitiba, funcionava como um cassino clandestino. Na noite desta sexta-feira (28), a Polícia Militar (PM) desmontou mais um esquema onde, principalmente o jogo de vídeo-bingo, movimentava as apostas de alto valor praticadas pelos clientes.
Segundo a polícia, 29 máquinas foram apreendidas, dois jovens que seriam os gerentes do local foram detidos e seis apostadores foram encaminhados à delegacia. A residência tinha regalia e conforto aos visitantes, com banquetes e um esquema de vigilância com câmeras de segurança.
“Recebemos denúncias de que haveria um cassino aqui e após um serviço de levantamento verificamos um movimento de pessoas envolvidas nos jogos ilícitos. Uma estrutura sofisticada e que oferecia conforto a quem vinha jogar. Os frequetadores seriam clientes da alta classe social da capital”, disse o soldado do Serviço Reservado da Polícia Militar que participou da operação.
Segundo a polícia, 29 máquinas foram apreendidas, dois jovens que seriam os gerentes do local foram detidos e seis apostadores foram encaminhados à delegacia. A residência tinha regalia e conforto aos visitantes, com banquetes e um esquema de vigilância com câmeras de segurança.
“Recebemos denúncias de que haveria um cassino aqui e após um serviço de levantamento verificamos um movimento de pessoas envolvidas nos jogos ilícitos. Uma estrutura sofisticada e que oferecia conforto a quem vinha jogar. Os frequetadores seriam clientes da alta classe social da capital”, disse o soldado do Serviço Reservado da Polícia Militar que participou da operação.
Fonte: Paraná Online
Polêmica: 60% dos cariocas a favor de legalizar o bicho - 01/10/2012
Rio - Base de rede criminosa que movimenta milhões de reais por ano e subsidia o maior Carnaval do país, o jogo do bicho ainda seduz a maioria dos cariocas. Pesquisa feita pelo Ibope com moradores do Rio, Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo revelou que 59% dos entrevistados são a favor da legalização das apostas feitas com apontadores — na capital, esse número chega a 60%. Em outra pergunta, o levantamento mostrou ainda que 58% das pessoas são contra tornar a atividade crime e apenas 33% são favoráveis.
Para sociólogo da UFRJ e ex-secretário estadual de Direitos Humanos, Paulo Baia, o resultado da pesquisa mostra que boa parte das pessoas no Rio de Janeiro ainda tem uma visão ingênua da contravenção. “O romantismo do jogo do bicho é uma fachada para esconder o mundo de criminalidade. As pessoas não enxergam o apontador como risco. Mas elas se esquecem que eles integram uma sociedade criminosa ao estilo da máfia italiana. Os banqueiros do jogo não vendem arma e drogas, mas emprestam dinheiro para quem quer fazer isso”, disse Baia.
Prestação de Contas:
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que a legalização do jogo do bicho vai reduzir a criminalidade que envolve o cenário da contravenção, além de impedir a prática da lavagem de dinheiro, já que os operadores seriam obrigados a fazer prestação pública das contas. O parlamentar diz ainda haver benefícios para o governo, que iria recolher impostos com as apostas. “Sou a favor da legalização. Criminalizar não impedirá que o jogo continue acontecendo. É uma prática ligada à nossa identidade cultural”, argumenta.
Para sociólogo da UFRJ e ex-secretário estadual de Direitos Humanos, Paulo Baia, o resultado da pesquisa mostra que boa parte das pessoas no Rio de Janeiro ainda tem uma visão ingênua da contravenção. “O romantismo do jogo do bicho é uma fachada para esconder o mundo de criminalidade. As pessoas não enxergam o apontador como risco. Mas elas se esquecem que eles integram uma sociedade criminosa ao estilo da máfia italiana. Os banqueiros do jogo não vendem arma e drogas, mas emprestam dinheiro para quem quer fazer isso”, disse Baia.
Prestação de Contas:
O deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) acredita que a legalização do jogo do bicho vai reduzir a criminalidade que envolve o cenário da contravenção, além de impedir a prática da lavagem de dinheiro, já que os operadores seriam obrigados a fazer prestação pública das contas. O parlamentar diz ainda haver benefícios para o governo, que iria recolher impostos com as apostas. “Sou a favor da legalização. Criminalizar não impedirá que o jogo continue acontecendo. É uma prática ligada à nossa identidade cultural”, argumenta.
Fonte: BNL
PM fecha cassino e apreende 29 máquinas caça-níqueis - 01/10/12
Após denúncias anônimas, policiais militares do Serviço Reservado do 1º Comando Regional da Polícia Militar fecharam um cassino no sábado (29), no Bairro Batel, em Curitiba. Na ação foram apreendidas 29 máquinas caça-níqueis e detidas duas pessoas, posteriormente entregues ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão (CIAC/Sul).
A primeira denúncia foi feita à PM na semana passada, seguida de outras, de que na Rua Francisco Rocha havia um bingo clandestino. No início da madrugada, uma equipe foi ao local e encontrou as máquinas e as duas pessoas, apontadas como responsáveis pela casa. Ela ficava nos fundos de um estabelecimento comercial.
De acordo com os policiais que fizeram a apreensão, era frequentada por pessoas de classe social elevada. "A denúncia informava que várias pessoas frequentavam o local; nem a vizinhança sabia o que ocorria ali, pois a região também é de classe social elevada e os veículos que iam até lá se misturam com os que circulam", disse um policial do Serviço de Inteligência.
Segundo a PM, havia um esquema forte de segurança e só entravam veículos e pessoas cadastradas. Não era permitida a entrada a pé. "Agora acompanharemos a movimentação do local para termos certeza de que não voltará a funcionar", afirmou o policial.
A primeira denúncia foi feita à PM na semana passada, seguida de outras, de que na Rua Francisco Rocha havia um bingo clandestino. No início da madrugada, uma equipe foi ao local e encontrou as máquinas e as duas pessoas, apontadas como responsáveis pela casa. Ela ficava nos fundos de um estabelecimento comercial.
De acordo com os policiais que fizeram a apreensão, era frequentada por pessoas de classe social elevada. "A denúncia informava que várias pessoas frequentavam o local; nem a vizinhança sabia o que ocorria ali, pois a região também é de classe social elevada e os veículos que iam até lá se misturam com os que circulam", disse um policial do Serviço de Inteligência.
Segundo a PM, havia um esquema forte de segurança e só entravam veículos e pessoas cadastradas. Não era permitida a entrada a pé. "Agora acompanharemos a movimentação do local para termos certeza de que não voltará a funcionar", afirmou o policial.
fonte: Bonde
Polícia fecha bingo em apartamento em Copacabana - 01/10/2012
Policiais Militares do 19° BPM (Copacabana) encontraram, na tarde desta quarta-feira, um bingo em funcionamento na Rua Barata Ribeiro, número 194, apartamento 224, em Copacabana. A informação chegou pelo Disque-Denúncia.
No local foram presas seis pessoas, cinco delas aposentadas. Um responsável pelo jogo foi preso e todos foram conduzidas para 12ª DP (Copacabana). Foram apreendidas 12 máquinas de caça-niquel na ação, ficando o apartamento interditado para a perícia.
fonte: RJnews
No local foram presas seis pessoas, cinco delas aposentadas. Um responsável pelo jogo foi preso e todos foram conduzidas para 12ª DP (Copacabana). Foram apreendidas 12 máquinas de caça-niquel na ação, ficando o apartamento interditado para a perícia.
fonte: RJnews
Assinar:
Postagens (Atom)